Gestão Turística e Cultural | Instituto Politécnico de Tomar

O programa de estudos tem por objetivo dotar os alunos de uma formação técnica e humanística que lhes permita contribuir para a preservação do Património Cultural português e europeu numa óptica de sustentabilidade da indústria turística, tendo em conta as ligações do turismo com as actividades e o património culturais. Este programa compreende o desenvolvimento de conhecimentos nas áreas científicas, de Direito, Contabilidade, Matemática, Tecnologias da Informação e Comunicação, Línguas e Gestão.

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Ciências da Cultura | Universidade da Beira Interior

O Curso de Ciências da Cultura, em sintonia com as recomendações do Memorando da UNESCO para a sua promoção, assume como objetivo primeiro e primordial criar valor e dar aos seus alunos uma sólida formação teórica interdisciplinar, articulando para o efeito áreas científicas diversas, com uma orientação precisa:integrar os indispensáveis saberes tradicionais com os desafios das novas humanidades. Acresce a esta formação teórica de base uma dimensão intencionalmente prática, de cariz projetual, orientada para a pluralidade das abordagens dos fenómenos culturais no contexto mais vasto das indústrias criativas. São três os vetores que, em coerência com estes objetivos, sustentam o seu plano de estudos: a Cultura tomada como objeto de reflexão, como estímulo criativo e como atividade social. Assim se justifica a presença de áreas nucleares como a filosofia, a história e a literatura, mas também a comunicação, o cinema, o design e a gestão, que conferem à formação uma irrecusável novidade.

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Produção Cultural | Universidade Federal Fluminense

Sem perder de vista a formação técnica, imprescindível nesta era em que tecnologia e arte se mesclam, este curso oferece um consistente aparato teórico-reflexivo.

O currículo foi construído de modo a oferecer uma perspectiva interdisciplinar da Cultura e da Arte, oferecendo conhecimentos básicos dos vários meios de expressão artísticos com os quais o produtor cultural irá lidar, além de instrumentalizá-lo em planejamento e administração cultural

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Projetos Culturais Transnacionais: Contributos do FIGAC

Todos os anos, desde 2010, o Fórum Internacional de Gestão Artística e Cultural (FIGAC) convida artistas e gestores das artes e da cultura, a juntarem-se à comunidade académica em geral e especificamente aos estudantes da Licenciatura de Gestão Artística e Cultural (GAC), da Escola Superior de Educação (ESE) do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (ESE-IPVC) e a participarem da sua programação, na instituição que deu início em 2007, pela primeira vez em Portugal, a uma licenciatura nesta área. Em junho de 2015, decorreu durante dois dias, no Auditório da ESE-IPVC, o 6º Fórum de GAC, subordinado ao tema ‘Cooperação Cultural Transnacional’, que procurou proporcionar aos estudantes da licenciatura de GAC elementos teóricos e práticos sobre o desenvolvimento cultural em termos globais, além de evidenciar aspetos relacionados com os desafios com que os gestores, administradores culturais e as próprias Universidades se confrontam, assim como os papéis e valores fundamentais à mudança social e cultural. É precisamente sobre isso que este artigo se propõe reflectir.

Anabela Moura

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Nota de Abertura

A Escola Superior de Educação congratula-se pela realização da 6ª Edição do Fórum Internacional de Gestão Artística e Cultural, este ano de 2015, subordinado ao tema “Cooperação Cultural Transnacional”, dando continuidade, através de mais esta prestigiada iniciativa, à sua missão e estratégia enquanto instituição de ensino superior. O sucesso granjeado ao longo dos últimos anos, faz deste Fórum um espaço e uma referência incontornável para investigadores, professores, alunos profissionais do sector, debater e reflectir sobre o estado actual da Arte (ou das artes) e o seu inestimável contributo para o desenvolvimento da sociedade. A arte, como forma de interpretação dos sentimentos, das ideias, das ações e das manifestações do homem no mundo, é um poderoso instrumento estratégico para o desenvolvimento social e cultural e uma afirmação da própria identidade individual e colectiva. Não obstante, a arte estar ligada a fatores históricos e sociais, também não deixa de ser verdade a sua característica de mutabilidade, ou seja, da essência de precisar de dialogar permanentemente com a sociedade, criando estilos próprios do presente e acompanhando a evolução do homem e da tecnologia. É, talvez, das formas que conhecemos aquela que mais privilegia a criticidade, num tempo em que a uniformidade de pensamento parece ser mais a regra do que a exceção.

É por isso que acolhemos com muita satisfação este evento, agradecendo e felicitando todos que contribuíram para esta realidade.

César Sá

Diretor da Escola Superior de Educação de Viana do Castelo

De regresso a casa com os vizinhos…

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Depois de muitas horas de debate a Comissão Organizadora da 6ª Edição do FIGAC decidiu voltar a casa – à Escola Superior de Educação de Viana do Castelo – e convidar os seus vizinhos do lado de lá da fronteira para a ajudar a produzir mais um olhar ibérico sobre, por um lado, aspetos relacionados com a formação e a profissionalização dos Gestores Culturais, e, por outro lado, fatores considerados como relevantes para retirar, efetivamente, a cultura da periferia das políticas locais, nacionais, internacionais e transnacionais.

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A Comissão Organizadora do FIGAC 2015 agradece a todos os que tornaram possível este fórum – Artistas, Comissão Científica, Conferencistas, Moderadores, Oradores, Patrocinadores e Relatores –, na certeza de que tudo fizemos para que ele seja mais um contributo para a promoção da discussão crítica e construtiva sobre a importância de implementar políticas que concorram para a cooperação cultural transnacional.

Manuel Gama

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